Escritas

Segundo da vida de Ricardo Reis.

Marta
A compaixão do medo 
 É ninguém acordar morto, 
 E todos dormirmos, 
 sobre mistério e fins, 
 E se o tempo que passa
 ésobre os objectos 
 Teu pó: 
 Marcescendo, 
que seque comigo. 
 Não quero secar só