Fuga e horizonte

Fugindo dos braços da tristeza

Eu corro em busca do abraço do destino

Apertando a mão da saudade com firmeza

Eu encaro um horizonte clandestino.

Corro fujo aperto encaro

E volto

Em um movimento nem sempre raro

Como a ingratidão de um mar revolto

Eu fujo dos braços da tristeza

E dessa vez ganho um abraço da saudade

E a mão já não tem tanta firmeza

Mas o horizonte ainda é minha liberdade.

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