Cidade do invisível
A cidade que acorda,
É a mesma que joga corda,
Nos enfia em uma roda,
Bola de neve cosmopolita.
Pra lá e pra cá,
Estamos invisíveis,
Nas entradas e saídas,
A metrópole se suporta.
O migrante se encanta,
No futuro se desencanta,
Nas saídas inviáveis,
O interior é saudade.
A vida em si se parafusa,
Luz dos carros que nos ofusca,
Rodoviária Tietê mande ajuda,
Estrada de casa já me escuta.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.