O Carro de Mão vai a lua.
Silêncio...Silencio...Silencio...
Escuro breu de um anoitecer. o brilho
da luz da lua à crescer... e tudo é
silencio.
Um homem - uma mulher - uma
criança - um pequeno cachorro >todos
neles adormecidos > e o carrinho de
mão se move - se eleva -
A LUA em sua potência ... baixa a terra em
alados unicórnios e os levam.
-Levam a fome - a miséria - a falta de um
lar - levam teus nomes - viajam ao estrelar -
correm pradarias de mares - onde jamais nenhum perecerá.
Eu sou a LUA da pobreza, sou a cor cinza de
qualquer altar.
Sou unicórnios lendários - desço a terra
de vez em quando - para salvar ... e as marés
sobem - os corações humanos dormem.
(Sou a existência milenar)
Ademir o poeta.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.