Meandros do verbo
o poema vê o mar
açude displicente
nas praias
que o poeta sente
posto como credor
gerente das palavras
inventa um discurso
com o gosto da alma
visto quanto arranjo
intensamente líquido
nessa insistência verbal
de arrumar o infinito
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.