Hora Zero
É meia noite : e na
penumbra o ar está
em névoas úmidas e
no meio delas andam criaturas
solitárias/
Estão a procura de
diálogos , de afagos , para
esquentarem suas dores
porque!!! tem elas tantas
solidões/
São homens , mulheres que
parecem figuras fantasmagóricas
cruzando as avenidas de
uma cidade/
Elas dizem que estão a
procura de outras
que sentem paixões/
É meia noite os
passos delas são lentos
sonolentos , sentam como
em fila indianas - nos
grandes calçadões /
de muitas
cidades metrópoles do
mundo , para acabarem de
vez com sua ilusões./
Ademir o poeta.
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