Panteão do Irredentismo

No muro poético "Viva l’Italia" ecoa
mostrando vida própria a cada tentativa 
aberta ou sutil de apagamento ---
Emprestando a voz para quem precisa 
levar ao mundo o conhecimento 
[inconteste do seu sofrimento].

Da fonte do Guglielmo Oberdan
ainda bebo e me mantenho,
Com o espírito de Cesare Battisti, 
de Fabio Filzi e Nazario Sauro,
Reconheço não estar em guerra
com quem quer que seja,
mas não significa que não viva
em mim a poética resistência.

Do forte signo destas quatro forcas 
reúno as inúmeras maiores forças
para manter aceso no coração 
o panteão do Irredentismo, 
emprestado, persistente e vivo,
para que ninguém conte outra 
história quando cruzar o destino. 
[Porque é do Sol e dos luares 
do Médio Vale do Itajaí me ilumino].

9 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.