Poemas e Poesias.

Nesta tarde de domingo
de um verão tremendo ao qual
estava sentado bem debaixo de uma
grande e antiga árvore.
Me sentia amargurado , pois as verdades
ditas a pessoas que amamos .
Nos ferem mais a quem a dirigimos.
Ainda mais se tratando de sua 
família.
E neste acontecimento , fiquei  raivoso
e me retirei - para esta tão antiga árvore - que
 sua grande sombra ... me convidou a sentar em suas
enormes raizes  - saindo do chão como uma perfeita cadeira
de balanço.
Haviam pombos - bem=te=vis - rolinhas - a
voarem por cima de seus galhos .
E pousavam nos fios acima , cantando como jamais
assim as vi.
Depois de um certo tempo ... quase adormecido , ouvi
um estalos de vidros se quebrando  bem no meio
da rua de nosso bairro.
Abri rapidamente os olhos , e vi do que se tratava de
dois adolescentes : a chogarem duas garrafas vazias  de vidro
se espatifando na rua de paralelepípedos.
Resultado : cacos espalhados pelo meio da rua em
que estava descansando.
E pensando no bem estar dos outros ...como pneus
de carros rasgados , pés de crianças ou adultos cortados-
Não chamei atenção dos adolescentes.
Pois se tratava de uma tarde de domingo de um verão
muito escaldante.
E muito calmo  o movimento na rua em que 
 quase estava dormindo.
Me levantei e recolhi todos os cacos de vidros  de variados
tamanhos  e os coloquei na lixeira amarrada ao poste.
Bem fiquei satisfeito ... porque sabia que na segunda feira o
movimento seria grande de carros e crianças.
Moral desta minha estória .
Não queiras nada as outras pessoas , que não as queira para você.

Ademir O Poeta.
 

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