Butiás maduros

O que é de paz me pertence,
e o romantismo perene, vigentes,
perseguem obsessivamente,
trazer o corpo do outro à memória sensorial é algo paulatinamente 
que cultivo incessantemente. 

Amiudar os detalhes em busca 
do aperreamento perfeito.
do aprazimento da linguagem 
que não pode ser dita,
e sim plenamente sentida;
em nome da benquerença,
do arrebatamento e da cobiça.

Para viver os deleites mais
sublimes dos butiás maduros,
dos desvarios que podemos juntos, 
da suspensão dos sentidos
e dos enlevos sensuais cúmplices 
eleitos para brindar caminhos.

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