Colheita do Pinhão

Cada verso sibilante toca
tépido e poderoso no ego,
Colocando no ambrosíaco 
efúlvio onde o silêncio 
como veladura denuncia:
Que sou a única que o coração 
o tempo todo se precipita,

apropria e por mim vulpina.
No Hemisfério Celestial Sul,
tudo ao redor de nós converge,
Como a Primavera floresce 
lado a lado da Araucária,
com um abraço entregue,
tudo meu em ti - estremece.

Quando chegar o tempo 
do encontro e da colheita 
do Pinhão há de ser feita 
com serenidade e excelência,
Acompanhada virá da paz,
da certeza e espera serena, 
que todo o tempo valeu a pena.

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