Poemas e Poesias.

Que sejam breves
as palavras de um 
ignorante ... tantos 
nos bancos  das calçadas .

Onde os fortes sons de 
de uma tempestade - que
em enormes ráios : atingem 
o mar a minha frente.

Que sejam breves
o remoer e ranger dos
dentes  -  de criaturas  sem
conhecimento de causa .

Pois não sabem distinguier o que 
é uma verdade >  nas vozes de
uma mente.

Que sejam breves 
os desejos  de criaturas...
que se movem como 
fantasmas  nas ruas .

Onde imperam uma imensa  escuridão -
que nem orações > consguem
apagar suas palavras -  de um
ser incoerente.

Que sejam breves
as forças  do bem - a vencer
o inconsequente  mal . 

Sentido nos tempos  ruíns  -  de  um  forte
vendaval que arremessa  e expulsa -
o ignorância  de meu coração e mente >
que vivem no mundo real.

Ademir O Poeta.
 

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