Poemas e Poesias.
No lugarejo pequenino
que nasci... havia poucas
almas em seu viver.
E para que não ficassem
tristes : resolvi fazer uma tela
de pura arte ... cujas cores alegravam
suas vidas.
Durante o nascer do sol ... pintei
teus pequenos telhados de cerâmicas :
em azuis bem fortes e em tons bem
claros > que resplandeciam de volta aos
céus > já todo amarelados - como um
arco iris > emitidos da suas própias casas...
uma beleza surreal deste amanhecer.
E nas suas ruelas pequeninas ... as pintei de
um vermelho como das rosas > em seus
primeiros nasceres - abrindo suas pétalas - para
um dia cheios de harmonias e amores - que
se harmonizavam com as terras ... onde
caminhavam seus poucos habitantes.
As portas e suas janelas ... as pintei com
um verde claro - que no sol desta manhã -
pareciam esmeraldas ... aos olhos das
crianças - que em suas ruelas já brincavam.
Os postes com lampiões a querozene ... os
pintei de um amarelo meio escuro... para
que as noites - fossem todas cheias de nostalgias :
por onde seus poucos seres humanos - em
noites sem lua : passeasem.
Com o firmamento cheio de
estrelas pintadas de cores vibrantes > brancas
e de fortes ráios por elas emitidas ... no
pequenino lugarejo > onde vários olhos
para elas > as suas faces se viravam.
Todos seus habitantes ... os pintei de marrrom
escuros > que durante os dias nas plantações -
trabalhavam ... e nas noites em suas pequenas
casas descansavam.
Este pequeno lugarejo ... vive e continua
vivendo em todas nossas almas > que observam
os fortes cheiros de terras molhadas - e com suas
várias flores de todas as cores ... surgiram das
mãos dos pequenos seres humanos : que as
plantavam.
Pois assim as telas ... por grandes
artistas pintores : que com seus pincéis >
davam vidas aos pequenos lugarejos : em
que vieram ao mundo na época > que seus
país se amaram.
E que hoje estão a viverem > nas pinturas
por eles feitas ... quando crianças brincavam.
E a beleza da natureza os alimentavam.
Ademir O Poeta.
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