Debaixo da Guabiroba

Aninhar-se no amoroso
regaço deixar a língua 
beijar os turgescentes,
Entregar os ondulantes
quadris embriagantes,
e os gemido provocantes.

Nos fulgores das nossas 
águas que se beijam,
a concha entreaberta,
nas mãos do meu bem,
que não mais sabe,
E nem quer mais estar 
com os pés na terra;
e que me bebe de fluxos
em fluxos libidinosos.

Com direitos e deveres
a espasmos deliciados 
entre dois clamorosos,
por lascívia viciados,
debaixo da Guabiroba.

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