O Jequitibá-rosa

O teu perfume alucinógeno
tem inteira me alcançado, 
Causa trêmula e voluptuosa
desta paixão inescrupulosa
que em sossego não tem deixado. 

Mergulho no segredo de verão 
ardente que leva a marca 
dos teus olhos preciosos,
Que são os meus sonhos 
extravagantes e deliciosos.

Ondulante o apelo de prazer, 
e a luxúria sussurra onírica
neste envolvente alvorecer
que saúda o Jequitibá-rosa,
Onde partilho as confissões 
femininas de tanto te querer
ser a melhor notícia que está 
no caminho para acontecer.
  
Tua aura silenciosa e magnética 
pouco a pouco tem me colocado
na direção dos teus passos,
Do teu encanto todo sensual 
não consigo prever o quê 
não seja diferente do perenal. 

Desconfio que estou em delírio 
porque sussurros crepitantes
neste instante ouvi que parecia
a realidade de néctar consentido, 
Que até parecia que tu estava 
absolutamente atado comigo. 

Tomada pelo calor abrasador  
do desejo desre brilho sedutor
na chegada da noite de poemas,
este fascínio não tão oculto assim,
Que nas entrelinhas tenho evocado 
que te quero inteiramente para mim.

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