Poemas e Poesias.

Nada importa  para os transeuntes :
 - de um andar ofegante > que 
lentamente  se dirige  com
um amparador de caminhar >
de uma Senhora já bem idosa -
mas com muita força nas suas
frágeis  mãos > ainda caminhava.

Ela não tem olhares para  sua
frente  ... pois está  de olhos fixados
nas calçadas >  com muitas e grandes
deformações tão estragadas.

Os jovens a olham  >  tentam  ajudar -
mas  seu orgulho : não  deixa  qualquer
mãos que se  aproximem  > para ampara-la
e  a guia-la :  pelo imenso transito  de automóveis >
com muita pressa : ao seu destino chegarem.

Seus olhos brilham com grande angústia > toda sua
incapacidade :  de com seu propio corpo- se
locomover > e pelas ruas se tua cidade tão 
antes por ela  :  andadas  e em  corridas - que
no tempo de sua juventude > de mãos firmes  e
longas -  com seu namorado : nas calçadas andavam.

E neste tempo  .... não tão distante  >  eram de 
pedras portuguesas : todas  com várias cores 
enfeitadas - que  os ventos da sua velhice  >
neste momento a levava.

Aí ... está o tempo  ;  que  o movimento  dos
anos todos passados >  se veem nos idosos :
um reclame de poemas  - para serem  escritos -
e  em melodias cantados.

Ademir O Poeta.

 

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