Poemas e Poesias.
O corpo do defunto está
esticado em uma tábua >
congelado no seu caixão:
Seu sangue já não flui -
e teus nervos se encontram
já retesados e esverdeados :
Seus olhos agora estão sem
os brilhos da vida que se foi -
Os amigos teus > lamentam
em silencio o bom homem que
sempre laborou ... desde sua
meninice até esta tua alma >
tão jovem - se desvendar - de
teu velhos ossos > e se elevar
com suas asas de muita luz.
Assim os humanos se fazem
presentes em sua comunidade>
E de presente podem ir em um
pano branco no seu corpo enrolado > agora
tão pesado ... para o seio da nova
terra > que segundo as leis do
Divino ( Adonai ) reviverá > como
uma recompensa , para este cidadão
que tanto lutou > a um novo e bendito
lar - onde brilham todas as eternidades
das almas - que sendo do bem ou do mal -
viverão em uma terna PAZ.
Ademir O Poeta.
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