Escritas

Ninguém se mata porque quer

Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski

Ninguém se mata 
porque quer,
e sim porque não 
encontra apoio,
sentido ou até mesmo 
saída ao redor,
Não é incomum
viver cercado por 
gente sem valor. 

Como eu só tenho 
dois ombros,
o quê posso ofertar 
e a minha poesia 
para quem precisar,
Posso provar 
que a poesia existe 
para quem se dispôr
a procurar dentro 
de si quando tudo faltar,
para contra qualquer 
corrente vir a nadar. 

Para quem quiser 
respirar e não deixar 
nenhuma pressão dragar,
Há muito o quê fazer 
e se necessário for incomodar.

(Porque o importante é não parar).

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Comentários (1)

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ademir domingos zanotelli
ademir domingos zanotelli
2025-08-27

Ok... muito belo este texto poético.... parabéns , amiga .