Escritas

Caipora

Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski

A memória de um tempo
como Caipora correndo 
veloz e solto na mata
para desatar os nós 
que os homens criaram,
Dá para perceber 
que não não aprenderam 
nada e que não desejam
nem nunca aprender,
Para não perder o brio
sigo o curso indicado pelo rio.

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Comentários (1)

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ademir domingos zanotelli
ademir domingos zanotelli
2025-07-31

Beleza... minha cara poetisa... abraços e ,muita paz. contigo e sempre.