Escritas

Mani

Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski

Minha ancestralidade 
sempre honrada,
Mani renascida,
eterna raiz sagrada.

Jamais esquecida,
louvada e adorada
com sabores e aromas 
por mim recordada. 

O coração sabe bem
quem é o seu dono,
e o seu espírito tem 
o seu suave descanso. 

Nunca precisei fazer
o caminho de volta,
aqui é minha terra 
bela e sem adorno.  

Nenhuma tempestade 
estremece o amor 
que é chama e refresca,
e não há quem me afaste dela.
 

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Comentários (1)

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ademir domingos zanotelli
ademir domingos zanotelli
2025-07-26

Sua ancestralidade, Mani , minha cara é de amor eterno, em seu poema . bonito versos. até mais. boa noite.