14/06/2022 texto sem título
Todo dia o sol nasce e toca o meu rosto
A esse calor que eu sinto me lembra que estou vivo
Então me levanto bocejo e espreguiço
Me pergunto se também é assim com os outros
Mas tem dias que em sono a quietude trangrido
Um roteiro transcrito de azul, a cor do meu choro
Uma ferida aberta pelo bico do corvo
Pois assisti um filme que toda hora evito
Acendo meu icenso cedo junto ao meu café
Acessando outra matrix e vencendo todos
Tomo um banho terapêutico resfriado o torso
Semelhante a um dia quente com um picolé
Se a chuva não parou eu vi que tinha que ser mais forte
Porque o norte, eu perdi minha bússola quebrou
Se a história de sempre é sobreviver sem sorte
Enquanto a morte não chegar empurrando eu vou
A queda machuca mas nos mostra o que é cair
E a escalada é cada vez mas íngreme
Não existe uma corrida ou quem por ultimo melhor rir
Já que a queda é inevitável.
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