Ossos
De má fé é toda a arrogância
Que transmite da tua aura
Que emite e ecoa a tua voz
Que julga no teu filmar
De má fé é toda a soberba
Que influência por osmose
Que constrange quem recebe
Que intimida quem enxerga
Diante de todas as obras
Abraçaria pelo que vale
E ignora quem te ajuda
Diante de todos os erros
Cancelaria quem te comprou
E afagaria quem te dá mais
Contudo a ignorância de ser livre
Limitaria toda a paisagem
Mas não viveria em um mundo de mentiras
Onde o ser e o ter não passa de detalhe
Onde não há saberes maiores
Só uma plateia adoentada
Em um vale de ossos.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.