Escritas

Estigmatizados

Dhiogo José Caetano

Queria por um segundotocar a alma de todos os seres humanos, deixando resquícios de paz no íntimo decada um.

Somos simplesmente umagota d'água na vastidão de um mar de conhecimento sem fim, onde as ideias nãohá limites.

Não existimos para osgovernantes. Triste realidade.

Pagamos até o “ar” querespiramos, mas os “gafanhotos” desviam a verba que é nossa; um patrimôniofinanceiro que deveria atuar na organização da nação Brasil, porém terminam emcofres privados de ladrões que roubam descaradamente e nada “fazemos”.

Desperta Brasil,eliminemos a alienação, vamos a luta, pelos os nossos direitos. “Brasil mostraa tua cara, quero ver quem paga pra gente viver assim?!” Chega! Não podemos nosbestializar diante dos fatos; retiremos as máscaras, vamos a luta, quem sabedefende um ideal não espera o governo aplicar os seus métodos camuflados parasilenciar, ludibriar e focalizar os pontos vulneráveis da sociedade, aplicandouma massa de manobra onde se desenvolve uma política de “pão e circo”.

Os nossos ideaistornam-se parte da materialidade graças as oportunidades que o universo nospossibilita ao longo da existência.

A vida é efêmera, noentanto, a sua complexidade se fórmula na simplicidade dos momentos.

O medo é algo “comum”para o homem, mas o medo da morte é incomum e ao mesmo tempo é fonte de todasas nossas realizações, pois tudo que fazemos é para transcender a morte;prevalecendo o materialismo de Marx e Engels, como superação tanto positivistacomo idealizadora dos processos sociais do existir.

Entender a arte deviver é uma prática realizada por todos, mas compreender os desígnios da vida éum aprendizado para poucos.

O homem nunca parou deinterrogar sobre si, um pensamento do homem e as ações do tempo sobre o homem.Ao longo dos processos existenciais, é visível que a morte sempre estevepresente na história do homem, em todas as sociedades, sob todas as latitudes,em todos os contextos e em todas as épocas.

É na solidão, na enormeangústia, que encontramos a humildade, a renúncia e o amadurecimento.

O nosso caráter deveser incorruptível. Troquemos as nossas folhas, mas preservemos as nossasraízes. Aceitemos o novo sem descartarmos os nossos princípios.

Buscar a perfeição é ocaminho mais próximo para as imperfeições da vida, embora encontrar a perfeiçãona imperfeição é um desafio.

Não há nada maisobcecador que ser estigmatizado como refugiado, exilado no seu próprio país.Sendo obrigado a se exilar, banir, bestializar, degredar, desterrar: exilar-seda sua origem, da sua nação.

Decepção, ilusão, medo,confissões da alma com o ser físico. A nossa alma fala.

Não devemos serautossuficientes, porém precisamos focar de forma responsável e independente osnossos ideais. Somos fortes o suficiente para aceitarmos a verdade.

A vida é um fluxo deessências que formulam vidas e o próprio fim de uma existência.

Tem coisas queescolhemos ao longo da vida, mas inúmeros acontecimentos são escolhidos pelavida que a todo instante, prova a sua influência sobre o nosso existir.

Pequenas coisas, grandesconsequências. Queria entender, mas é incompreensível, o melhor a fazer éseguir em direção do nada, do infinito, do além daqui.

Precisamos facilitar avida, procurando não dificultar a mesma. Preocupemos com a nossa missão,evolução, com outro.

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