Desnudo
Fico feliz com as portas que se abrem aolongo do infinito horizonte existencial, mas fico triste com as portas quepreciso fechar; como dói dizer adeus.
Ao longo da caminhada evolutiva nosdeparamos com diversas coincidências, elas vêm e vão, dói a sua definição, masaprendemos a viver a vida de forma plena, feliz e com exatidão.
No horizonte do Brasil o grito de umidealista. Obrigado pela atenção excelentíssimo presidente. Espero que um diaos governantes não só do meu estado, mas do nosso Brasil, possam me ver e mereconhecer enquanto cidadão.
Amar o próximo e a nós mesmos, deveriaser uma missão universal.
O escapismo é utilizado como fuga darealidade, mas a realidade é o contexto que nos circunda
As atitudes do outro me faz sofrer, mefaz refletir.
Que o outro me entenda, saiba que souhumano e que simplesmente amo sem perguntar até quando.
Desejo simplesmente ser visto e nadamais. Sinto-me só mesmo no meio de uma multidão.
Somos tão insignificantes, somossimplesmente nada; mas nos julgamos seres superiores.
Tudo passará, as dores evaporaram e osresquícios de aprendizado e evolução ficarão no ser e no íntimo da alma.
Que possamos ao longo da caminhadaevolutiva disseminar uma mensagem que produza frutos no amanhã.
Quero ser um homem que quando fala, nãosimplesmente diz: Ensina.
Nesta caminhada evolutiva quero caminharpelos vários caminhos, sem esquecer de deixar uma semente, que no futuro setransformará em uma grande árvore que contemplará toda humanidade.
Não temos o direito de rir dos sonhos dealguém, por que dentro das possibilidades existenciais é um sonho e pertence aum sonhador que vive as limitações da vida.
Quero viajar além dos limites só paraescrever poemas e poemas. Neste contexto quero dividir “tudo que sei, ou queacho que sei”.
O que me inspira, são as perspectivas davida e as diversas crônicas do existir.
Quando pensamos que tudo findou, eis quealguém se lembra que o mundo não acabou. Sou o nada de um tudo que na vastidãodeste vasto mundo se solidificou.
O mundo é um verdadeiro comboio deemoções; onde a essência amor mantém a legião de seres humanos vivos edeterminados a sonhar e sonhar.
Em meio à complexidade do existir, ashistórias ocultas de um moinho que gira em duplo sentido.
Eliminemos a peste bubônica que afligemo corpo e alma humana. Que o amor renasça, revelando a intrínseca clareza naintuição e na afetuosa bondade do ser.
A arte de viver é um sofismo uma práticaque realizamos releituras todos os dias. Um aprendizado que construímos aospoucos de forma lenta, onde juntamos várias peças conquistadas ao longo dotempo, através de contatos e experiências com os outros seres que compõem aessência do nosso planeta.
Comentários (1)
Milan Kundera não escreveu isso.
Português
English
Español