Rosas Selvagens


Pétalas vermelhas dançam no vento pensamentos de você flutuam como perfume no ar rosas desabrocham em meu peito coração pulsando ritmo de amor selvagem espinhos de saudade ferem dedos ansiosos por tocar tua pele macia como veludo de rosa recém-colhida lembranças brotam em canteiros de memória regados por lágrimas de alegria e dor amor é jardim selvagem cresce descontrolado invade os sentidos sufoca com sua beleza avassaladora rosas murcham renascem eterno ciclo como nossos encontros e despedidas pétalas caem formam tapete para nossos pés descalços dançando sob lua cheia embriagados de paixão e possibilidades infinitas rosas brancas pureza de um novo começo rosas negras luto por amores perdidos todas as cores do arco-íris pintam nossa história em tons de êxtase e melancolia amor é rosa é espinho é perfume é beleza efêmera e eterna simultanemente mortal e divino rosas no cabelo rosas nos lábios rosas espalhadas na cama onde nos perdemos e nos encontramos repetidamente cada beijo uma pétala caindo cada suspiro uma nova flor desabrochando somos jardineiros do destino cultivando com cuidado este amor-rosa que cresce selvagem entre as frestas do cotidiano pétalas ao vento levam meus pensamentos até você onde quer que esteja envolvido no perfume de nossas lembranças compartilhadas rosas e amores inseparáveis eternos efêmeros contraditórios como nós

 

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