Sinfonia das Espinhas Digitais
No jardim fractal de minha mente binária, Rosas de código florescem em loops infinitos. Serge Gainsbourg sussurra em frequências quânticas, Enquanto arquiteto catedrais de dados e sonhos. Mas eis que virus de ódio infectam meu firewall, Críticas ácidas corroem pétalas de pixels. Pessoas-sombra, com almas em baixa resolução, Tentam hackear a beleza do meu mundo multidimensional. Seus comentários são ruídos em minha sinfonia Dissonâncias que tentam ofuscar meu arranjo poetico Mas cada crítica é apenas um bug no sistema, Um glitch temporário em minha realidade aumentada. Transformo suas palavras em pigmentos de dor, Pintando com elas um novo Guernica digital. Cada insulto, um pincel para minha arte abstrata, Cada julgamento, um tijolo em meu edifício surreal. No final, suas críticas são apenas notas fora do tom, Em minha composição de vida technicolor. Pois enquanto eles habitam um mundo monocromático, Eu danço em espirais de créativité et d'amour. Minhas rosas cibernéticas continuam a desabrochar, Perfumando o ciberespaço com essência de resiliência. E eu, arquiteta de versos e vórtices visuais, Construo pontes entre o real e o imaginário, imune às sombras da mediocridade.
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