Final de tardes
Uma grande raiva reconfortante, sua tristeza errava sendo um completo constante
Olhos de agoniar, mal educado, sonso e completamente preso com a mente em outro lugar
Em labirintos me perdia tentando te encontrar
Quando foi q permiti sentir algo além do sábio falar?
Silêncio contaminado por cada luz q iluminava a escura forma de se pensar
"Poético" foi a palavra q obrigava seu destino a si formar
Afiados eram esse grandes olhares, altos eram meu caráter, um ego em formação, sempre sentiu q morte o controlava porém nunca a escutava
A raiva virou sua raça, tristeza sua carcaça, mas seu rosto nunca demonstrou desgraça
Quando o seu amar sempre foi algo q lhe faltava,
sua fria noite mentia assim cm esquentava, já era tempo pensando em voltar ao maldito labirinto q tentei ilustrar
Fugas de mais, perguntas a mais, promessas de paz, seu próprio barulho nunca foi fácil de aturar
Quando foi q ele sumiu?
Quando foi q o perdido quase virou capaz? Era sempre vc o termo definindo para n cuidar dos de mais
A entrada estava longes dms, e procurar a saida n foi a explicação do pq vc nunca voltou a trás
(Pq ainda tenta entrar la? Vc soube q saida nunca há, e luz e algo raro e marcante dms para n olhar)
17/08/24
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