Luar

 

Perguntei fitando o luar:

Se pudera a paz no vento tatear,

Se possível fosse a reflexão,

Se palpada fosse oculta mão. 

 

Vívida esperança como luz,

Vigorosa em utopia,

Liberdade, fábula que seduz,

Persuadindo a vaidade que podia. 

 

Vitoriosa enxergada na lonjura,

Leviana no olhar que imaginava:

Loucura lamacenta, mente que cessava,

Letargia palpitando na ternura,

Lema de sonho, locais de fantasia,

Venturoso o vão talento que vivaz assim sonhava.

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