Poemas e Poesias.
Os Ventos
No ar puro das manhãs...
banha meu corpo invizivel
como tu és.
Leva meu espirito entre as
matas virgens; que circundam
esta terra para que possa eu
sobreviver.
Vento cégo; pois vais nos mais
horriveis cantos e não os vê...
também aos mais belos e não
sentes teu bom viver.
Ah...ar puro desta bela manhã ;
entre nas matas e colhes os frutos
de muitas árvores...para que na
terra todos possamos os comer.
E assim vento alegre os corações
que estão inviziveis : como tu sempre
fostes ; e és.
Ademir o poeta.
No ar puro das manhãs...
banha meu corpo invizivel
como tu és.
Leva meu espirito entre as
matas virgens; que circundam
esta terra para que possa eu
sobreviver.
Vento cégo; pois vais nos mais
horriveis cantos e não os vê...
também aos mais belos e não
sentes teu bom viver.
Ah...ar puro desta bela manhã ;
entre nas matas e colhes os frutos
de muitas árvores...para que na
terra todos possamos os comer.
E assim vento alegre os corações
que estão inviziveis : como tu sempre
fostes ; e és.
Ademir o poeta.
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