Poemas e Poesias.

Os Ventos

No ar puro das manhãs...
banha meu corpo invizivel
como tu és.

Leva meu espirito entre as
matas virgens; que circundam
esta terra para que possa eu
sobreviver.

Vento cégo; pois vais nos mais
horriveis cantos e não os vê...
também aos mais belos e não
sentes teu bom viver.

Ah...ar puro desta bela manhã ;
entre nas matas e colhes os frutos
de muitas árvores...para que na
terra todos possamos os comer.

E assim vento alegre os corações
que estão inviziveis : como tu sempre
fostes ; e és.

Ademir o poeta.

23 Visualizações

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.