Escritas

A VOLTA DO VENTO DO MUNDO

marcioulisses
Pesquisarei sempre as voltas que o tempo traz
Qual sanfona de 120 baixos do Rei Luiz
Do sertão desbravado pelos brancos e bravado pelos originários
Como os Marcelinos dos açores a Timbaúba e Nova Iorque

Mas nem sempre são flores, há os que são cuspidos pelos seus
E depois corrompidos de São Miguel a São José, ou corruptores
E não se importam em separar filhos de pais, por dinheiro
São nômades do sentimento alheiro, vivem de apagar memórias... E vendê-las