LUA COBRA DE PRATA
No canavial, nas noites de lua cheia
As cobras, graças a Deus, ficam prateadas
E a nossa solidão bonita
E quando as línguas de fogo vêm
A gente fica tentando sorrir e não chora
Quando o dia vem
A gente fica triste
E extenuada
E vem o clarão
Nos queimando, fortalecendo
A fome também chega
A gente come saudade
Não há prato mais saboroso
Para nossa tropa faminta
Vinda da terra vermelha
Como pés de cana encarnados
As cobras, graças a Deus, ficam prateadas
E a nossa solidão bonita
E quando as línguas de fogo vêm
A gente fica tentando sorrir e não chora
Quando o dia vem
A gente fica triste
E extenuada
E vem o clarão
Nos queimando, fortalecendo
A fome também chega
A gente come saudade
Não há prato mais saboroso
Para nossa tropa faminta
Vinda da terra vermelha
Como pés de cana encarnados
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.