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parente22
Há um ano.
Sentia-me tão aliviado,
Por ter regressado,
Aos teus braços.
Há um ano,
Queria tanto te tocar,
Que quando pude chegar,
Não sabia o que fazer.
Há um ano,
Era tanta a vontade de enfrentar,
O que vinha por chegar,
Tanto havia para viver...
Hoje,
Desconheço a minha vontade própria,
Assim como o teu paradeiro.
Desconheço se sofres,
O que não espero.
Ultrapassa-me se pensas em mim,
O que não quero.
Não te desejo a dor
Que também sinto,
De perder.
Mas não deixo de querer,
Que me queiras desse lado
Que sonhes,
Com o futuro do passado.
Amava-te e queria te mais do que podia,
Com tudo o que tinha para dar.
Para variar,
Este ano,
Não tenho o teu estar,
E nunca mais terei,
Que eu sei.
Continuo igual,
E haverei de conseguir,
Faças o que faças,
Ficar a viver no saudosismo,
Numa relação conceptual...
Não queria,
É esse o mal.
Sentia-me tão aliviado,
Por ter regressado,
Aos teus braços.
Há um ano,
Queria tanto te tocar,
Que quando pude chegar,
Não sabia o que fazer.
Há um ano,
Era tanta a vontade de enfrentar,
O que vinha por chegar,
Tanto havia para viver...
Hoje,
Desconheço a minha vontade própria,
Assim como o teu paradeiro.
Desconheço se sofres,
O que não espero.
Ultrapassa-me se pensas em mim,
O que não quero.
Não te desejo a dor
Que também sinto,
De perder.
Mas não deixo de querer,
Que me queiras desse lado
Que sonhes,
Com o futuro do passado.
Amava-te e queria te mais do que podia,
Com tudo o que tinha para dar.
Para variar,
Este ano,
Não tenho o teu estar,
E nunca mais terei,
Que eu sei.
Continuo igual,
E haverei de conseguir,
Faças o que faças,
Ficar a viver no saudosismo,
Numa relação conceptual...
Não queria,
É esse o mal.
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