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parente22
Tenho visualizado,
Na mente,
A última vez que te vi.
Não é de propósito,
Mas recorrente,
Que te volto a ver a ti.
Também...
O teu nome está em toda a parte,
Apareces-me de todos os lados,
De fora,
Mas principalmente do interior,
Para me deixar aos bocados,
A pensar no meu amor:
Se ele é tóxico e impossível,
Com um carrossel que não desejo andar,
É também uma utopia idiota,
Que não consigo abandonar.
Cada dia passa e te amo menos.
Cada vez te consigo mais desgostar,
Acho vá,
Um dia talvez consiga,
Vender quem sou
Para te passar a ignorar.
Até lá,
Sonho com uma vida que não é a minha,
Que não luto para ter
E não quero fazer.
Mas porquê,
Porque te quero tanto
Manter?
Sinceramente,
Porque sou ainda eu.
E ainda sempre teu.
Na mente,
A última vez que te vi.
Não é de propósito,
Mas recorrente,
Que te volto a ver a ti.
Também...
O teu nome está em toda a parte,
Apareces-me de todos os lados,
De fora,
Mas principalmente do interior,
Para me deixar aos bocados,
A pensar no meu amor:
Se ele é tóxico e impossível,
Com um carrossel que não desejo andar,
É também uma utopia idiota,
Que não consigo abandonar.
Cada dia passa e te amo menos.
Cada vez te consigo mais desgostar,
Acho vá,
Um dia talvez consiga,
Vender quem sou
Para te passar a ignorar.
Até lá,
Sonho com uma vida que não é a minha,
Que não luto para ter
E não quero fazer.
Mas porquê,
Porque te quero tanto
Manter?
Sinceramente,
Porque sou ainda eu.
E ainda sempre teu.
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