Poemas e Poesias.
" Um Trabalhador "
Estou esgotado de trabalhar
e de viver como um autômato.
Nem as máquinas aguentam; e
precisam de revisão de quando
em vez.
Assim falava o desconhecido, nunca
fui ao cinema e nunca fui aos bailes
com namoradas, elas me rejeitavam
me agonizavam de palavras... voce
não tem jeito.
Estou esgotado de viver na solidão
e de sentir no corpo: o amargo gosto
do fel colocado em minha bôca; assim
falava este homem desconhecido; que
não era fêio e nem tão bonito.
Ele se levantava no amanhecer e ia para
seu trabalho a pé; pois não tinha nem carro
ou bicicleta para se locomover; então era
assim que pensava! as mulheres! sentem
o gosto da gazolina e do cansaço.
Mesmo assim labuto todos os dias desta
minha vida...dizia ele; ao me levantar choro
as amarguras de um sentimento ; que não
acaba nunca; de amar ao próximo como
a mim mesmo.
E nesta vida miserável em que vivo, tenho
um barraco de tábuas que coloco numa cama
de madeiras duras...onde todo meu ser-corpo
sente as dores do abandono ; e da maldade
humana a me desdenhar meu fracaço.
Meu sonho ainda não terminou... estou na
cama a rezar...Ave Maria Gratia Plena; alivi-
ame minhas dores de corpo-alma; para que
um dia possa eu descansar em plena paz.
Assim termino meu rosário de vida; para
que possa eu viver melhor... e sentir no corpo
e nesta alma ; um porvir melhor. AMEM.
Ademir o Poeta.
Estou esgotado de trabalhar
e de viver como um autômato.
Nem as máquinas aguentam; e
precisam de revisão de quando
em vez.
Assim falava o desconhecido, nunca
fui ao cinema e nunca fui aos bailes
com namoradas, elas me rejeitavam
me agonizavam de palavras... voce
não tem jeito.
Estou esgotado de viver na solidão
e de sentir no corpo: o amargo gosto
do fel colocado em minha bôca; assim
falava este homem desconhecido; que
não era fêio e nem tão bonito.
Ele se levantava no amanhecer e ia para
seu trabalho a pé; pois não tinha nem carro
ou bicicleta para se locomover; então era
assim que pensava! as mulheres! sentem
o gosto da gazolina e do cansaço.
Mesmo assim labuto todos os dias desta
minha vida...dizia ele; ao me levantar choro
as amarguras de um sentimento ; que não
acaba nunca; de amar ao próximo como
a mim mesmo.
E nesta vida miserável em que vivo, tenho
um barraco de tábuas que coloco numa cama
de madeiras duras...onde todo meu ser-corpo
sente as dores do abandono ; e da maldade
humana a me desdenhar meu fracaço.
Meu sonho ainda não terminou... estou na
cama a rezar...Ave Maria Gratia Plena; alivi-
ame minhas dores de corpo-alma; para que
um dia possa eu descansar em plena paz.
Assim termino meu rosário de vida; para
que possa eu viver melhor... e sentir no corpo
e nesta alma ; um porvir melhor. AMEM.
Ademir o Poeta.
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