Mar.
Em um mar de emoções, eu nado,
Com o coração pesado, eu me afogo.
Sei que há um porto seguro, um abraço amado,
Mas é no caos que escolho me ancorar, e assim, eu me sufoco.
Há quem me ame com um amor mais profundo,
Um amor puro, verdadeiro, sem igual.
Mas eu me prendo a um amor vagabundo,
Que me machuca, mas é o meu ideal.
Dependência emocional, cruel e voraz,
Me prende a quem me faz mal, mas me traz paz.
Sei que é errado, mas é a minha escolha,
Nesse jogo de amor, sou a própria bolha.
Eu vejo a luz, mas escolho a escuridão,
Preso em uma teia de emoções, sem direção.
Sei que há quem me ame, com todo o coração,
Mas é na dor que encontro a minha canção.
L.
Com o coração pesado, eu me afogo.
Sei que há um porto seguro, um abraço amado,
Mas é no caos que escolho me ancorar, e assim, eu me sufoco.
Há quem me ame com um amor mais profundo,
Um amor puro, verdadeiro, sem igual.
Mas eu me prendo a um amor vagabundo,
Que me machuca, mas é o meu ideal.
Dependência emocional, cruel e voraz,
Me prende a quem me faz mal, mas me traz paz.
Sei que é errado, mas é a minha escolha,
Nesse jogo de amor, sou a própria bolha.
Eu vejo a luz, mas escolho a escuridão,
Preso em uma teia de emoções, sem direção.
Sei que há quem me ame, com todo o coração,
Mas é na dor que encontro a minha canção.
L.
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