.

Talvez eu tema o futuro 

Tenha medo de dormir

E acabar inerte no mundo

Dessa juventude ruir

Já desperdicei tanto tempo

Poupando sentimentos

Acomulando desistencias

colecionando arrependimentos

Agora imagino o impossível 

Prorrogando o inevitável

De que também morre um inconformado   


Quando deixa de sentir


A vida viria estagnar?


Após poemas inacabados

Amores não demonstrados

Rabiscos amassados

a causa mortis será:

"Sofreu do mal da monotonia

Aprisionado numa liberdade predita

Sufocado por palavras não ditas

Esperando algo acontecer."
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