Serenata sereníssima
Eu vejo algo além do infinito,
Algo divino, tão maior do que eu.
A serena serenata,
Que sobre mim derruba e se recai.
Suas maravilhosas respingadas,
Iluminadas da sabedoria arcaica,
De algo tão fabuloso,
Mas ao mesmo tempo tão nebuloso.
Como poderia eu ser digno,
De tuas intervenções?
A serena serenata do amor,
Que a mim sempre faz a humilde questão,
De serenar,
Com sua máxima e soberba extravagancia,
E me faz extravasar,
Todos os meus sentimentos,
Até os que nunca pensei,
Que havia sentido.
E que mesmo quando chegar o momento,
Que o meu ser aqui não mais estiver,
Com o corpo composto,
Sua serenata sereníssima,
Aqui junto do meu passado finito,
Vai estar.
Algo divino, tão maior do que eu.
A serena serenata,
Que sobre mim derruba e se recai.
Suas maravilhosas respingadas,
Iluminadas da sabedoria arcaica,
De algo tão fabuloso,
Mas ao mesmo tempo tão nebuloso.
Como poderia eu ser digno,
De tuas intervenções?
A serena serenata do amor,
Que a mim sempre faz a humilde questão,
De serenar,
Com sua máxima e soberba extravagancia,
E me faz extravasar,
Todos os meus sentimentos,
Até os que nunca pensei,
Que havia sentido.
E que mesmo quando chegar o momento,
Que o meu ser aqui não mais estiver,
Com o corpo composto,
Sua serenata sereníssima,
Aqui junto do meu passado finito,
Vai estar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.