Eros
Fernando Oliveira Granja
Eros leva a mão à bolsa ainda húmida… Tivera sonhado com Aphrodite.
Ao anoitecer do dia anterior, Aphrodite esvoaçava os céus rompendo o anoitecer com clarões o que fez sonhar Eros.
Eros ainda retia a mão em sua bolsa e começara a imaginar Aphrodite deitada de bruços na relva orvalhada, e com a mão disponível ceifou um punhado de relva e levou-o a imaginar um Plumeau percorrendo do sopé o vale das gémeas colinas até encontrar a fonte da humanidade…
Eros glorificou !
O orvalho quente tocou o solo fortuito!
FG.
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