Escritas

Frevança consumida

AurelioAquino
o frevo
coça pela alma
todos os bemóis
em que se lavra
é assim um rompante
do jeito do infinito
de construir levantes
no peito dos passistas
é como se fosse manhã
que nunca anoitece
e abraça o tempo na gente
enquanto a vida acontece
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