Onze horas

thiagorAndrade
thiagorAndrade
1 min min de leitura

Oia só,
Dona Sinhá!
Me pegou com carcanha
Na parede de estuque
Nos olhar do tapua.
Comecei a procrastinar
Essa tal acunhação,
meu coração de tal destreza
Se perdeu na beleza
Que reteu meu sertão.
Mais na próxima,
Venho montado na minha mula,
Com um buquê de onze-horas,
E um galhinho de arruda.
390 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.