Onze horas


Oia só,
Dona Sinhá!
Me pegou com carcanha
Na parede de estuque
Nos olhar do tapua.
Comecei a procrastinar
Essa tal acunhação,
meu coração de tal destreza
Se perdeu na beleza
Que reteu meu sertão.
Mais na próxima,
Venho montado na minha mula,
Com um buquê de onze-horas,
E um galhinho de arruda.
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