Mulher que me maltrata
Sergio Persi
1 min min de leitura
Na teia da ingratidão, me enredou a mulher que maltrata.
Tanto suportei, me entreguei por inteiro, mas em vão.
Tu me ferias e no fim, uma versão distorcida contavas.
Aprendi a suportar o insuportável, em silêncio, sem reclamar.
Quando te criticavam por tuas ações, eu te defendia com ardor.
Em silêncio sofri, enquanto me martirizavas e caluniavas sem parar.
Meu maior erro foi erguer-te quando estavas caída,
Pois isso te deu forças para me derrubar com crueldade.
Mas agora, livre e mais forte, renasço das cinzas da tua traição.
Tanto suportei, me entreguei por inteiro, mas em vão.
Tu me ferias e no fim, uma versão distorcida contavas.
Aprendi a suportar o insuportável, em silêncio, sem reclamar.
Quando te criticavam por tuas ações, eu te defendia com ardor.
Em silêncio sofri, enquanto me martirizavas e caluniavas sem parar.
Meu maior erro foi erguer-te quando estavas caída,
Pois isso te deu forças para me derrubar com crueldade.
Mas agora, livre e mais forte, renasço das cinzas da tua traição.
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