Um
Israel Vitorino
Um eu despido sob um teto esburacado
Pés doídos de um caminho viciado
Um, ser um, dentre muitos (um) inacabados
Ventar suas emoções é flertar com acaso
É buscar carinho nas chamas, negligenciar
o fato de que há limite em aproximar-se e invadir, entre um riso e um deboche
Não se pode correr nas nuvens, nadar na areia ou tornar fértil uma mente cheia de concreto
Não há homem que parta rochas com as mãos, como não há montanhas que não rachem
com a persistência de águas calmas e ventos
Tudo cai, tudo perece, tudo se finda - nada permance!
O fim sempre esteve no começo, pois sabendo que toda existência termina
tudo que temos são experiências, sensações, escolhas, caminhos
desejos e, eu... escolho vivê-los.
Por Israel Vitorino agosto de 2001
Pés doídos de um caminho viciado
Um, ser um, dentre muitos (um) inacabados
Ventar suas emoções é flertar com acaso
É buscar carinho nas chamas, negligenciar
o fato de que há limite em aproximar-se e invadir, entre um riso e um deboche
Não se pode correr nas nuvens, nadar na areia ou tornar fértil uma mente cheia de concreto
Não há homem que parta rochas com as mãos, como não há montanhas que não rachem
com a persistência de águas calmas e ventos
Tudo cai, tudo perece, tudo se finda - nada permance!
O fim sempre esteve no começo, pois sabendo que toda existência termina
tudo que temos são experiências, sensações, escolhas, caminhos
desejos e, eu... escolho vivê-los.
Por Israel Vitorino agosto de 2001
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