Corações mentirosos
Israel Vitorino
Eu andei entre os sonâmbulos apostadores
Sonhei com os corredores do castelo
Vi meu sepulcro em sua mente
Você se vendeu a um pequeno momento
Eterno sofrimento.
Meu coração se consome em sua própria chama e
eu juro que não te detesto por isso
Queria de volta a frágil menina, mas...
Rosto de mulher, cães, feridas, noites e noites perdidas, verdade pintada.
Minha parte mais dócil, minha parte mais cínica, qual delas é verdade?
Qual delas é mentira?
Coma! Meus sentimentos estão em coma
Mas uma sinfonia faz meu corpo mexer, por quê?
Correntes, correntes
Eu não vejo, ninguém vê
Mas eu sinto
Só os supostos cegos são capazes de ver
Acredita nos loucos? eles conhecem você
Onde acordo? Fogo! não queira saber
Não tente invadir o meu ser
Não aposte com quem não se importa em perder
Não peça socorro, não é possível evitar
Trancado, trancado
Meu coração sofre calado
Espinho, cansaço, nebuloso, acordado
Não há mais real
Ginásio, eu me lembro das rebeliões
meu choro, meu primeiro contato
Soneto
A velha menina
Uma caixa, um retrato
Uma alcoólatra vida
Um mundo pequeno… e...
Corações mergulhados em suas próprias mentiras.
Por: Israel Vitorino outubro 1999
Sonhei com os corredores do castelo
Vi meu sepulcro em sua mente
Você se vendeu a um pequeno momento
Eterno sofrimento.
Meu coração se consome em sua própria chama e
eu juro que não te detesto por isso
Queria de volta a frágil menina, mas...
Rosto de mulher, cães, feridas, noites e noites perdidas, verdade pintada.
Minha parte mais dócil, minha parte mais cínica, qual delas é verdade?
Qual delas é mentira?
Coma! Meus sentimentos estão em coma
Mas uma sinfonia faz meu corpo mexer, por quê?
Correntes, correntes
Eu não vejo, ninguém vê
Mas eu sinto
Só os supostos cegos são capazes de ver
Acredita nos loucos? eles conhecem você
Onde acordo? Fogo! não queira saber
Não tente invadir o meu ser
Não aposte com quem não se importa em perder
Não peça socorro, não é possível evitar
Trancado, trancado
Meu coração sofre calado
Espinho, cansaço, nebuloso, acordado
Não há mais real
Ginásio, eu me lembro das rebeliões
meu choro, meu primeiro contato
Soneto
A velha menina
Uma caixa, um retrato
Uma alcoólatra vida
Um mundo pequeno… e...
Corações mergulhados em suas próprias mentiras.
Por: Israel Vitorino outubro 1999
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