Esperança rosa
Arthur Rios
Em um campo de solidão, onde os verdes são amarelados e sem vida,
nasce uma esperança em forma de flor, que reflete a luz do sol em cor de rosa.
Cor esta que carrega fazendo o seu nome e fama.
Adormece o sol, acorda a lua, e ela permanece cumprindo com excelência seu único dever; existir, ou melhor, sobreviver.
Nesse campo de solidão, o que não é vida é vão, nesse vão, abertura da tristeza, morre a única esperança; a rosa, porque sua beleza é passageira, fria e ligeira.
E assim acabam-se os dias, com a morte da rosa roubando o que resta de alegria, fazendo desaparecer a esperança do campo e, neste, não existe mais rosa, apenas um vão do que um dia foi encanto.
nasce uma esperança em forma de flor, que reflete a luz do sol em cor de rosa.
Cor esta que carrega fazendo o seu nome e fama.
Adormece o sol, acorda a lua, e ela permanece cumprindo com excelência seu único dever; existir, ou melhor, sobreviver.
Nesse campo de solidão, o que não é vida é vão, nesse vão, abertura da tristeza, morre a única esperança; a rosa, porque sua beleza é passageira, fria e ligeira.
E assim acabam-se os dias, com a morte da rosa roubando o que resta de alegria, fazendo desaparecer a esperança do campo e, neste, não existe mais rosa, apenas um vão do que um dia foi encanto.
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