Poemas e Poesias.

"Vento - Ventania"

Que sopra 
raivozamente,
dobrando as
àrvores e as
fazendo zunir;
como tempestades
brávias a vir.

Raivozamente
passa pelas frestas
das janelas, das
casas pequeninas
onde os tetos , não
suportanto vem a cair.

Dobrando as cercas
dos quintaes, fazendo-as
rangerem até cairem
nos areais.

As àrvorres pendiam
de um lado para
outro, que até seus
frutos maduros no
chão caisem.

Fazendo um uívo
de assutar os animais;
que se espalhavam
pelos arredorres e
dos cafezais.

A Tempestade teve
momentos de calmarias...
mas nesta tarde de
inverno-verão; ela
ferosmente zunia.

Finalmente teve
um fim ao anoitecer;
deste longo dia; onde
os passáros tambem
com calma se reuniam.

Por fim...fim desta tempestade
que todos anos vinha.

ademir o poeta.

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