SINGULAR

Paulo Sérgio Rosseto
Paulo Sérgio Rosseto
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O amor lapida
Afia o aço da lâmina
Desbasta as arestas
Até que mude
O que resta de rude

Poder-se-ia tanto dizer do amor
Mas que adiantaria

Vive o amor nesse singular disfarce
Age como conseguisse esconder
A própria face
E atreve-se por sobressaltos
Ser o insight da alma
Que afaga cicatrizes

O amor desafia
Faz-nos pacientes aprendizes
Suaviza sem deixar de exigir
Respostas precisas

Amar por inteiro
É nos redescobrirmos
Por nos amar primeiro
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