RÉQUIEM

Paulo Sérgio Rosseto
Paulo Sérgio Rosseto
1 min min de leitura
Meu último poema
Há de morar numa adega
Debaixo de alguma rolha
Cujo rótulo trará insígnias assim precisas:

Estes versos
Tem cor robusta e presença
De aveludada plenitude
Seus aromas lembram frutas maduras
Com notas intensas de pimentas
Na boca palavras doces
Macias redondas 
De significados perfeitos
Combinam perfeitamente com sonhos
Sinônimos e detalhes pequenos

Tomai e embevecei todos vós
Desta intempestiva poesia
Frutos da vinha minha
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