Foi por você que odiei o mar
_umapoetisadesconhecida_
Angustiada eu estava na cama, deitada
Bebendo gin á seco, lembrando
do porque que não correspondias as minhas cartas.
11:00 da noite o porteiro bate a porta
Pois sei que devem estar espantados, bater a porta??
E o disco?
Bem eu mal saía do quarto á 3 dias
Ele suspeitou a minha morte, entendo
Até pensará eu que já estivesse morta.
Abri a porta e o bafo de cigarros da lorett´s
Saiu pela porta fora, sei que ele a sentiu
E assim q me viu sorriu, aliviado
Quando assim avistei uma carta na sua mão chorei
Pois soube de quem era, recebi, com uma vénia agradeci e a porta bati
Voltei para o quarto, peguei no cigarro e queimei a ponta para a carta conseguir abrir
Você me disse para o encontrar. Na praia, no meu lugar favorito, eu logo soube que era para contigo estar
Me perfumei com o Eau de L´arc, seu favorito
Fui caminhando até a majestosa praia, alegre eu estava
Há tempos que não me sentia assim.
Não o vi, sentei-me no passeio e um refresco pedi
Ansiosa estava por te ver, então acendi um cigarro, para calma estar.
Ouvi-te a chamar o meu nome, a voz q me alegra o espírito
Quando me virei, senti a indiferença em ti
Já me tinha esquecido que bem não estávamos
Segui-te até a maré, dando saltinhos, pois a areia estava quente que nem o inferno!!
Mas feliz estava eu por o ver, depois de dias sem respostas tuas
Me andavas a evitar, eu sei, mas o prq eu não sei
Meu querido porque eu?
Teve um silencio enorme, a sua boca não se abria
Então eu fui molhar os meus pés, desanuviar
Virei para te olhar, tiravas fotos, na sua cara um sorriso lindo
Eu não entendi, um sorriso dei de volta
Estávamos afastados um do outro
Te dizia como foram os meus dias passados, total tormento
Não quis te assustar, perdão por isso
conheço este cheiro, dissestes.
Me aproximei de ti, me senti completa
Dissestes que não me podias ter, ñ estavas bem
Eu concordei com a cabeça, mas estava morrer
Me apeteceu um cigarro no momento
Me destes um beijo na testa, eu ñ entendi
Por fim saímos da maré e fomos nos limpar
Nos abraçámos por fim, mas não sabia que seria o nosso último abraço
Você me despediu e se foi, me tirou uma foto ao se afastar de mim
Eu o vi desaparecendo do vasto mar, desaparecendo de mim
Olhei e gritei para o mar” TE ODEIO SEU FILHO DA PUTA, SEMPRE TE ODIAREI”
E de repente desabei e chorei, como se os meus olhos saíssem da minha cara
Coloquei um cigarro na boca e acendi, me fui, colocando o dedo do meio para o mar
Cheguei no meu cubico e me enterrei no quarto, ouvindo Djavan , bebendo vinho, com o cinzeiro de lado, e lendo bukowoski.
-_umapoetisadesconhecida_
Bebendo gin á seco, lembrando
do porque que não correspondias as minhas cartas.
11:00 da noite o porteiro bate a porta
Pois sei que devem estar espantados, bater a porta??
E o disco?
Bem eu mal saía do quarto á 3 dias
Ele suspeitou a minha morte, entendo
Até pensará eu que já estivesse morta.
Abri a porta e o bafo de cigarros da lorett´s
Saiu pela porta fora, sei que ele a sentiu
E assim q me viu sorriu, aliviado
Quando assim avistei uma carta na sua mão chorei
Pois soube de quem era, recebi, com uma vénia agradeci e a porta bati
Voltei para o quarto, peguei no cigarro e queimei a ponta para a carta conseguir abrir
Você me disse para o encontrar. Na praia, no meu lugar favorito, eu logo soube que era para contigo estar
Me perfumei com o Eau de L´arc, seu favorito
Fui caminhando até a majestosa praia, alegre eu estava
Há tempos que não me sentia assim.
Não o vi, sentei-me no passeio e um refresco pedi
Ansiosa estava por te ver, então acendi um cigarro, para calma estar.
Ouvi-te a chamar o meu nome, a voz q me alegra o espírito
Quando me virei, senti a indiferença em ti
Já me tinha esquecido que bem não estávamos
Segui-te até a maré, dando saltinhos, pois a areia estava quente que nem o inferno!!
Mas feliz estava eu por o ver, depois de dias sem respostas tuas
Me andavas a evitar, eu sei, mas o prq eu não sei
Meu querido porque eu?
Teve um silencio enorme, a sua boca não se abria
Então eu fui molhar os meus pés, desanuviar
Virei para te olhar, tiravas fotos, na sua cara um sorriso lindo
Eu não entendi, um sorriso dei de volta
Estávamos afastados um do outro
Te dizia como foram os meus dias passados, total tormento
Não quis te assustar, perdão por isso
conheço este cheiro, dissestes.
Me aproximei de ti, me senti completa
Dissestes que não me podias ter, ñ estavas bem
Eu concordei com a cabeça, mas estava morrer
Me apeteceu um cigarro no momento
Me destes um beijo na testa, eu ñ entendi
Por fim saímos da maré e fomos nos limpar
Nos abraçámos por fim, mas não sabia que seria o nosso último abraço
Você me despediu e se foi, me tirou uma foto ao se afastar de mim
Eu o vi desaparecendo do vasto mar, desaparecendo de mim
Olhei e gritei para o mar” TE ODEIO SEU FILHO DA PUTA, SEMPRE TE ODIAREI”
E de repente desabei e chorei, como se os meus olhos saíssem da minha cara
Coloquei um cigarro na boca e acendi, me fui, colocando o dedo do meio para o mar
Cheguei no meu cubico e me enterrei no quarto, ouvindo Djavan , bebendo vinho, com o cinzeiro de lado, e lendo bukowoski.
-_umapoetisadesconhecida_
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