Ansiedade
natalyps
Na calma da noite, a ansiedade chegou na minha vida
Enquanto eu ignorava a fome a me consumir.
No compasso frenético, meu coração batia,
Como uma escola de samba, em plena harmonia.
Até que a escuridão me envolveu num segundo,
Em desmaio, sonhei um sonho incerto e profundo,
Ao acordar, a falta de ar me consumia,
Formigamento nas mãos e nos pés, um formigueiro que surgia.
O cheiro do hospital invadiu minha percepção,
O enfermeiro perturbando a situação.
Enquanto eu chorava, ele notava minha beleza,
Em meio à tristeza, sua fala era uma afronta à delicadeza.
Mas a ansiedade, persistente, não quis partir,
Permanece ao meu lado, a me consumir.
E assim, ela permanece, sem dar trégua ou alívio,
A ansiedade, incansável.
Enquanto eu ignorava a fome a me consumir.
No compasso frenético, meu coração batia,
Como uma escola de samba, em plena harmonia.
Até que a escuridão me envolveu num segundo,
Em desmaio, sonhei um sonho incerto e profundo,
Ao acordar, a falta de ar me consumia,
Formigamento nas mãos e nos pés, um formigueiro que surgia.
O cheiro do hospital invadiu minha percepção,
O enfermeiro perturbando a situação.
Enquanto eu chorava, ele notava minha beleza,
Em meio à tristeza, sua fala era uma afronta à delicadeza.
Mas a ansiedade, persistente, não quis partir,
Permanece ao meu lado, a me consumir.
E assim, ela permanece, sem dar trégua ou alívio,
A ansiedade, incansável.
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