Meu pai Geólogo Nato

No rosto marcado pelas linhas do tempo,

O velho geólogo carrega consigo o conhecimento.

Com olhos brilhantes, cheios de histórias vividas,

Ele é guardião dos segredos da Terra, um sábio nas feridas.

 

Com passos lentos, mas firmes, ele caminha,

Explorando terrenos, revelando a própria sina.

Em cada rocha, vê marcas de eras passadas,

Lendo as entrelinhas, as memórias entrelaçadas.

 

Suas mãos ásperas já tocaram muitas pedras,

Examinaram suas texturas, descobriram suas cedras.

E em cada camada, encontrou pistas valiosas,

Sobre a história da Terra, tão grandiosa e honrosa.

 

Ele conhece as dobras e falhas como ninguém,

Mapeia os terremotos, desvendando o além.

Com olhar experiente, interpreta as paisagens,

Revelando cicatrizes, antigas passagens.

 

O velho geólogo, um contador de histórias,

Nas fogueiras das noites, compartilha suas glórias.

Com sua voz sábia, encanta os corações,

Transmitindo sabedoria, lições de gerações.

 

Ele traz consigo a calma dos tempos antigos,

Um equilíbrio entre a ciência e os abrigos.

Com paciência e perseverança, continua a buscar,

As respostas que a Terra está disposta a entregar.

 

Oh, velho geólogo, guardião do conhecimento,

Teu legado é precioso, um tesouro em cada momento.

Tuas histórias nos inspiram, nos conectam ao passado,

Nos lembram de honrar a Terra, nosso lar sagrado.

 

Que o tempo continue a sorrir em tuas memórias,

Enquanto segues compartilhando tuas histórias.

E que os jovens aprendam com tua sabedoria,

Preservando o legado da geologia em toda sua glória.
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