Placas Tectônicas


No ventre da Terra, um segredo guardado,
Placas tectônicas, em constante movimento alinhado.
Em um balé cósmico, elas dançam silenciosas,
Criando e destruindo paisagens grandiosas.

Lentamente deslizam, colidem e separam,
Um enigma geológico que não separam.
Fronteiras invisíveis, limites entrelaçados,
Forjando montanhas, oceanos moldados.

Na dorsal mesoatlântica, um encontro de abraço,
As Américas e África, um passado que traço.
A separação de continentes, um divórcio ancestral,
Mas a memória compartilhada, vínculo imortal.

Nas bordas convergentes, uma dança imponente,
O choque das placas, um encontro valente.
Cordilheiras se erguem, como muralhas gigantes,
E vulcões rugem, exalando fumaças brilhantes.

No anel de fogo, um círculo inflamado,
O Pacífico abraça o fogo, em união firmado.
Vulcões e terremotos, uma constante sinfonia,
O pulsar da Terra, sua eterna harmonia.

Nas bordas divergentes, a separação se faz,
O nascimento de oceanos, um novo jaz.
As placas se afastam, abrindo caminhos,
Ciclos de renovação, como seres marinhos.

Placas tectônicas, peças de um quebra-cabeça,
Moldando o planeta com destreza.
Em suas sutis movimentações,
Escrevem a história das formações.

E assim, contemplamos as placas tectônicas,
Lembrando-nos de sua importância icônica.
Um lembrete de que o mundo está em constante evolução,
E que a natureza é regida por sua própria resolução.
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